quarta-feira, 23 de maio de 2012
DICAS PARA ESCREVER UMA BOA REDAÇÃO
DICAS PARA ESCREVER UMA BOA REDAÇÃO
1. Faça letra legível:
Você acha que alguém vai tentar decifrar sua redação, tendo outras 700 para corrigir?
2. Ordenação das idéias:
A falta de ordenação de idéias gera um texto sem encadeamento e, às vezes, imcompreensível, partindo de uma idéia para outra sem critério, sem ligação.
3. Coerência:
Você não deve apresentar um argumento e contradizê-lo mais adiante.
4. Coesão:
A redundância denuncia a falta de coesão. Não dê voltas num assunto, sem acrescentar dados novos. Isso é típico de quem não tem informações suficientes para compor o texto.
5. Inadequação:
Não fuja ao tema proposto, escolhendo outro argumento com o qual tenha maior afinidade. O distanciamento do assunto pode custar pontos importantes na avaliação.
6. Estrutura dos Parágrafos:
Separe o texto em parágrafos. Sem a definição de uma idéia em cada parágrafo, a redação fica mal estruturada. Não corte a idéia em um parágrafo para concluí-la no seguinte. Não deixe o pensamento sem conclusão.
7. Estrutura das frases:
· Faça a concordância correta dos tempos verbais;
· Não fragmente a frase, separando o sujeito do predicado;
· Flexione corretamente os verbos quando for usar o gerúndio ou o particípio.
8. Conselhos úteis:
· Evite a repetições de sons, que é deselegante na prosa;
· Evite a repetições de palavras, que denota falta de vocabulário;
· Evite a repetição de idéias, que demonstra falta de conhecimento geral;
· Evite o exagero de conectivos (conjunções e pronomes relativos) para evitar a repetição e para não alongar períodos;
· Evite o emprego de verbos genéricos, tais como dar, fazer, ser e Ter;
· Evite o uso exagerado de palavras e expressões do tipo: problema, coisa, negócio, principalmente, devido a, através de, em nível, sob um ponto de vista, tendo em vista etc,
· Evite os coloquialismos: só que, daí, aí etc;
· Cuidado com o emprego ambíguo dos pronomes: seu, seus, sua, suas;
· Cuidado com as generalizações: sempre, nunca, todo mundo, ninguém;
· Seja específico: utilize argumentos concretos, fatos importantes;
· Não faça afirmações levianas, como: todo político é corrupto;
· Não use expressões populares e cristalizados pelo uso, como: a união faz a força;
· Não use palavras estrangeiras nem gírias, como: deletar, tipo assim;
· Observe a pontuação;
· Cuidado com o uso de conjunções:
mas, porém, contudo são adversativas, indicam fatores contrários;
portanto, logo são conclusivas;
pois é explicativa e não causal;
· Não escreva períodos muito curtos nem muito longos;
· Não use a palavra eu nem a palavra você e evite a palavra nós: a dissertação deve ser impessoal; não se dirija ao examinador como se estivesse conversando com ele;
· Não deixe parágrafos soltos: faça uma ligação entre eles, pois a ausência de elementos coesivos entre orações, períodos e parágrafos é erro grave.
9. Formatação.
As medidas mais utilizadas para as margens de uma redação são:
· Margem Superior: 3,00 cm;
· Margem Inferior: 2,00 cm;
· Margem Direita: 2,00 cm;
· Margem Esquerda: 3,00 cm;
A medida de 1,50 cm depois da margem é a mais adequada para começarmos a redigir um parágrafo.
O espaço entre linhas utilizado para formatação do parágrafo é 1,5 linha. Já o espaço entre parágrafos é igual à um espaço de 1,5 linha.
Estas medidas são utilizadas em trabalhos de conclusão de cursos universitários.
CARACTERÍSTICAS DA DISSERTAÇÃO
1. INTRODUÇÃO
A dissertação deriva de uma determinada tese – tomada de posição diante de um tema (idéia-núcleo do texto) – que será desenvolvida nos parágrafos seguintes. A tese, em geral, é apresentada na introdução e continua a ser trabalhada ao longo do texto. Identificá-la ajuda a perceber a coerência do que se está lendo e a não perder de vista o fio condutor.
Na introdução, o autor do texto dissertativo (o argumentador) pode fazer uma pergunta para o leitor, que será respondida no desenvolvimento, ou apresentar um exemplo do assunto a ser analisado.
Esta deverá conter ( + ) 5 (cinco) linhas.
2. DESENVOLVIMENTO
Nessa parte, os argumentos necessários para defender e justificar a tese proposta na introdução devem ser inseridos com coerência e coesão. Há uma seleção de aspectos ou detalhes particulares que ampliam a idéia-núcleo do texto de forma ordenada.
Em geral comprova-se o que foi abordado na introdução, incluem-se dados, informações e argumentos para expor o ponto de vista e converger-se para a conclusão.
Este deverá conter ( + ) 20 (vinte) linhas.
3. CONCLUSÃO
Nessa última parte, retoma-se a idéia-núcleo apresentada na introdução e desenvolvida no texto. Recapitulam-se as idéias do desenvolvimento, dando um fechamento aos argumentos expostos no decorrer do texto.
A conclusão de uma dissertação pode ser uma síntese das idéias presentes no desenvolvimento ou apresentar uma nova solução para o problema proposto, até mesmo surpreendendo o leitor com algo inusitado.
Esta deverá conter ( + ) 5 (cinco) linhas.
Para refletir
“ Quem lê, mesmo as mais simples informações, está sempre a alguns passos à frente daquele que se recusa a buscar o conhecimento”.
quinta-feira, 8 de março de 2012
CERCO À PICHAÇÃO
CERCO À PICHAÇÃO
Embora pautado pela ideia correta de frear a impunidade, o combate à pichação da Prefeitura de Manaus peca por ser essencialmente calcado na pressão aos infratores. O cerne da proposta, ainda em fase de elaboração, é a discutível determinação de que a família de cada pichador apanhado em flagrante ficaria obrigada a pagar ao município o montante despendido para limpar o local. Além disso, os autores teriam de remover seus rabiscos dos muros pichados.
Não há dúvida de que todo tipo de vandalismo praticado contra o patrimônio público e privado deve ser punido com rigor exemplar. A pichação constitui uma agressão intolerável, além de ser fator de degradação do já bastante inóspito espaço urbano de Manaus. Ademais, pichar e conspurcar edifícios públicos são crimes previstos em lei.
Um plano para enfrentar o problema, porém, precisaria reconhecer a pichação como um fenômeno complexo, que também demanda medidas socioeducativas. Os grupos ou gangues que se reúnem em torno dessa atividade são em sua maioria, compostos por jovens de baixa renda que buscam canais de expressão e algum grau de notoriedade, deixando suas marcas na paisagem da cidade.
A experiência tem demonstrado que medidas repressivas, embora eficazes em alguns casos, são insuficientes. Outras soluções devem e podem auxiliar na tentativa de banir essa prática. Na gestão passada já houve iniciativas positivas – algumas realizadas em parceria com organizações não governamentais – que buscavam oferecer aos pichadores novas possibilidades, como educação voltada para a arte e o desenho gráfico, além da demarcação de espaços para a grafitagem.
A prefeitura nada teria a perder se ampliasse e intensificasse ações dessa natureza em seus esforços para combater a praga da pichação e estimular o respeito pela cidade.
1.Esse editorial manifesta o ponto de vista do jornal a respeito de um projeto de combate a uma atividade bastante comum nos centros urbanos.
a)- Que atividade é essa? .......................................................................................
b)-De que maneira se pretende combatê-la? ............................................................
c)- Qual é a ideia principal do projeto? ........................................................................
..............................................................................................................................................
d)- O ponto de vista do jornal é favorável ou contrário ao projeto? ..............................................................................................................................................
2. O editorial geralmente apresenta três partes essenciais: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. Na introdução, é apresentado o assunto sobre o qual é feito o comentário e o posicionamento do jornal a respeito dele, isto é, a favor ou contra. Em relação ao editorial em estudo:
a)- Indique o parágrafo em que se encontra a tese ou ideia principal do texto, isto é, a ideia que o texto desenvolve nos parágrafos seguintes. Depois, identifique-a.
R: .........................................................................................................................................................
.............................................................................................................................................................
b)- Que parágrafos constituem o desenvolvimento? ..................................................................
c)- Que parágrafo corresponde à conclusão? ...................................................................
3. Os parágrafos do desenvolvimento desempenham o papel de fundamentar com argumentos a ideia principal do texto.
a)- Que ideia o 2º parágrafo desenvolve?
R: .........................................................................................................................................................
b)- Qual é o argumento básico utilizado para defender esse ponto de vista?
R: .........................................................................................................................................................
4. Embora o jornal não seja contrário a punições, ele discorda da proposta em elaboração pela Prefeitura. Observe o 3º e o 4º parágrafos.
a)- Por que ele acha inadequadas as propostas da Prefeitura?
R: ........................................................................................................................................................
b)- Para fundamentar seu ponto de vista, o jornal estabelece uma comparação. Em que consiste essa comparação?
R: .........................................................................................................................................................
.............................................................................................................................................................
5. A conclusão dos editoriais geralmente aparece no último ou nos últimos parágrafos do texto. Os tipos mais comuns de conclusão são a síntese, que reforça a ideia principal apresentando um resumo do que foi exposto, e a proposta, na qual são feitas sugestões para a solução de um problema. Na sua opinião, o editorial lido apresenta uma conclusão do tipo síntese ou do tipo proposta? Justifique sua resposta.
R: .........................................................................................................................................................
.............................................................................................................................................................
6. Observe a linguagem do texto.
a)- Que variedade linguística é adotada no texto? ........................................................................
b)- Que pessoa gramatical predomina no texto? ........................................................................
c)- Além da pessoa gramatical, expressões como “O cerne da proposta”, “Não há dúvida de que”, “Um plano para enfrentar o problema”, “A experiência tem demonstrado”, “A Prefeitura nada teria a perder” revelam um esforço do autor para tornar o texto pessoal ou impessoal?
R: ......................................................................................................................
ALUNO(A):.............................................................................................................................................
NÚMERO:............ ANO:........... TURMA:........... TURNO:..............................................................
DATA:............../........................../.....................
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
A ÁGUA NOSSA DE CADA DIA
A ÁGUA NOSSA DE CADA DIA
A água mineral é hoje associada ao estilo de vida saudável e ao bem-estar. As garrafinhas de água mineral já se tornaram acessórios de esportistas e, em casa, muita gente nem pensa em tomar o líquido que sai da torneira – compra água em garrafas ou galões. Nos últimos dez anos, em todo o planeta, o consumo de água mineral cresceu 145% – e passou a ocupar um lugar de destaque nas preocupações de muitos ambientalistas. O foco não está exatamente na água, mas na embalagem. A fabricação das garrafas plásticas usadas pela maioria das marcas é um processo industrial que provoca grande quantidade de gases, agravando o efeito estufa. Ao serem descartadas, elas produzem montanhas de lixo que nem sempre é reciclado. Muitas entidades ambientalistas têm promovido campanhas de conscientização para esclarecer que, nas cidades em que a água canalizada é bem tratada, o líquido que sai das torneiras em nada se diferencia da água em garrafas. As campanhas têm dado resultado nos lugares onde há preocupação geral com o ambiente e os moradores confiam na água encanada.
Apenas nos Estados Unidos, os processos de fabricação e reciclagem das garrafas plásticas consumiram 17 milhões de barris de petróleo em 2006. Esses processos produziram 2,5 milhões de toneladas de dióxido de carbono e outros gases do efeito estufa, poluição equivalente à de 455.000 carros rodando normalmente durante um ano. O dano é multiplicado por três quando se consideram as emissões provocadas por transporte e refrigeração das garrafas. O problema comprovado e imediato causado pelas embalagens de água é o espaço que elas ocupam ao serem descartadas. Como demoram pelo menos cem anos para degradar, elas fazem com que o volume de lixo no planeta cresça exponencialmente. Quando não vão para aterros sanitários, os recipientes abandonados entopem bueiros nas cidades, sujam rios e acumulam água que pode ser foco de doenças, como a dengue.
A maioria dos ambientalistas reconhece evidentemente que, nas regiões nas quais não é recomendável consumir água diretamente da torneira, quem tem poder aquisitivo para comprar água mineral precisa fazê-lo por uma questão de segurança. De acordo com relatório da ONU divulgado recentemente, 170 crianças morrem por hora no planeta devido a doenças decorrentes do consumo de água imprópria.
(Adaptado de Rafael Corrêa e Vanessa Vieira. Veja. 28 de novembro de 2007, p. 104-105)
INTERPRETAÇÃO
1. Conclui-se corretamente do 2° parágrafo do texto que parte da solução do problema apresentado está na:
(A) interferência de ambientalistas no controle da fabricação das garrafas de plástico.
(B) definição do espaço onde as garrafas possam ser descartadas, evitando o entupimento de bueiros e o acúmulo de água.
(C) possibilidade, ainda que remota, de distribuição de água mineral em regiões onde não há água canalizada.
(D) substituição das embalagens plásticas, para que não restem resíduos na natureza, degradando-a.
(E) oferta de água canalizada de boa qualidade, para diminuir o engarrafamento de água mineral em todo o mundo.
2. O argumento que justifica a preocupação com o meio ambiente, de acordo com o texto, está na afirmativa:
(A) A água mineral é hoje associada ao estilo de vida saudável e ao bem-estar.
(B) Nos últimos dez anos, em todo o planeta, o consumo de água mineral cresceu 145%
(C) As garrafinhas de água mineral já se tornaram acessórios de esportistas ...
(D) Muitas entidades ambientalistas têm promovido campanhas
de conscientização ...
(E) As campanhas têm dado resultado nos lugares onde há preocupação geral com o ambiente ...
(D) substituição das embalagens plásticas, para que não restem resíduos na natureza, degradando-a.
(E) oferta de água canalizada de boa qualidade, para diminuir o engarrafamento de água mineral em todo o mundo.
2. O argumento que justifica a preocupação com o meio ambiente, de acordo com o texto, está na afirmativa:
(A) A água mineral é hoje associada ao estilo de vida saudável e ao bem-estar.
(B) Nos últimos dez anos, em todo o planeta, o consumo de água mineral cresceu 145%
(C) As garrafinhas de água mineral já se tornaram acessórios de esportistas ...
(D) Muitas entidades ambientalistas têm promovido campanhas
de conscientização ...
(E) As campanhas têm dado resultado nos lugares onde há preocupação geral com o ambiente ...
3. Identifica-se relação de causa e consequência, respectivamente, no segmento:
(A) O foco não está exatamente na água, mas na embalagem.
(B) As campanhas têm dado resultado nos lugares onde há preocupação geral com o ambiente e os moradores confiam na água encanada.
(C) Apenas nos Estados Unidos, os processos de fabricação e reciclagem das garrafas plásticas consumiram 17 milhões de barris de petróleo em 2006.
(D) Como demoram pelo menos cem anos para degradar, elas fazem com que o volume de lixo no planeta cresça exponencialmente.
(E) Quando não vão para aterros sanitários, os recipientes abandonados entopem bueiros nas cidades, sujam rios e acumulam água ...
(A) O foco não está exatamente na água, mas na embalagem.
(B) As campanhas têm dado resultado nos lugares onde há preocupação geral com o ambiente e os moradores confiam na água encanada.
(C) Apenas nos Estados Unidos, os processos de fabricação e reciclagem das garrafas plásticas consumiram 17 milhões de barris de petróleo em 2006.
(D) Como demoram pelo menos cem anos para degradar, elas fazem com que o volume de lixo no planeta cresça exponencialmente.
(E) Quando não vão para aterros sanitários, os recipientes abandonados entopem bueiros nas cidades, sujam rios e acumulam água ...
4. ... quem tem poder aquisitivo para comprar água mineral precisa fazê-lo por uma questão de segurança. (último parágrafo)
O segmento grifado evita a repetição, no contexto, de:
(A) ter poder aquisitivo.
(B) consumir água da torneira.
(C) comprar água mineral.
(D) evitar doenças decorrentes de água não potável.
(E) reconhecer as regiões onde a água é imprópria.
O segmento grifado evita a repetição, no contexto, de:
(A) ter poder aquisitivo.
(B) consumir água da torneira.
(C) comprar água mineral.
(D) evitar doenças decorrentes de água não potável.
(E) reconhecer as regiões onde a água é imprópria.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
DEZ MOTIVOS PARA SORRIR
10 MOTIVOS PARA SORRIR
SORRIA!!! Hoje é mais um dia lindo para ser aproveitado!
SORRIA!!! Existem pessoas que te amam...
SORRIA!!! Você é super importante, e sem você o mundo não seria o mesmo!!
SORRIA!!! Esqueça os problemas... você fica lindo ou linda com um sorriso estampado no rosto!!
SORRIA!!!! Você é privilegiado, pois pode e deve ter força física ou interior para lutar pelos seus objetivos!!
SORRIA!!!! Pois o sorriso é contagiante, vamos fazer uma epidemia!!
SORRIA!!! Existem pessoas que te amam...
SORRIA!!! Você é super importante, e sem você o mundo não seria o mesmo!!
SORRIA!!! Esqueça os problemas... você fica lindo ou linda com um sorriso estampado no rosto!!
SORRIA!!!! Você é privilegiado, pois pode e deve ter força física ou interior para lutar pelos seus objetivos!!
SORRIA!!!! Pois o sorriso é contagiante, vamos fazer uma epidemia!!
Não se preocupe com os obstáculos da vida, eles nos fazem crescer!!
SORRIA!!! A vida é bela, se você não acha isso, torne sua vida bela....
comece sorrindo, que tudo a sua volta mudará!!!
SORRIA!!! Você tem amigos que te amam.... e um melhor amigo... DEUS!!
SORRIA!!! Você tem amigos que te amam.... e um melhor amigo... DEUS!!
SORRIA!!! A sua família é o seu porto seguro e você deve estar sempre perto de quem é sangue do seu sangue.
SORRIA!!! Pois você está vivo.... e este é o maior motivo para sorrir.... pois a sua existência faz o mundo mais feliz!!!!!!
SORRIA!!! Pois você está vivo.... e este é o maior motivo para sorrir.... pois a sua existência faz o mundo mais feliz!!!!!!
Você já sorriu hoje?? Não?? Então o que está esperando???
Um sorriso por mais simples que seja modifica tudo a nossa volta.
Um sorriso pode alegrar um coração, restaurar amizades e até conquistar as pessoas.
Mas o mais importante é que sorrindo você se sentirá melhor e o seu sorriso contribuirá para um mundo mais feliz!!!!
(Autor desconhecido)
domingo, 11 de setembro de 2011
ATIVIDADE 3.2
ATIVIDADE 3.2
A escola, enquanto espaço educacional tem um papel fundamental em fazer entender o atual cenário mundial, em particular, a globalização. Sua contribuição surge com uma reflexão-crítica sobre tal problemática, fomentando uma discussão sobre a formação de cidadãos protagonistas de uma realidade difícil a ser encarada, ou seja, a universalização que não acontece de forma que possa incluir nações em questões de igualdades, em que as diversidades existentes devam existir, porém respeitadas. A escola deixa de ser um subsistema tendo um outro caráter, formação para todos, culminando, na inclusão de jovens e adultos sem escolaridade; profissionais que precisam de formação continuada para sua atuação na sociedade do trabalho; participação em sociedades culturais diversificadas, em que laços devem ser estreitados, dentre outros pontos que, logo, caracteriza a educação com um caráter de formação continuada. Acredito que a Educação vem enfrentando mudanças significativas na sua didática, na sua forma de avaliar, na sua metodologia, ou seja, o ensino-aprendizagem desgastado vem sendo substituído por uma nova postura; cujo processo é complexo, mas não impossível de ser encarado. Hoje, o papel da educação é bem significativo, no que se refere à contextualização do conhecimento, a atuação de um cidadão crítico-reflexivo na sociedade vigente é fundamental para sua inserção no momento em que estamos. As mudanças que vêem acontecendo, hoje, na educação são significativas para formarmos uma nova concepção do que seria desenvolver uma prática contextualizada à realidade do aluno. Porém, com essa dinâmica de tornar o aluno um cidadão protagonista do meio em que vive, precisamos estar preparados para desenvolvermos uma nova forma de fazer educação, pois de certa maneira ainda temos raízes no modo tradicional de ensino, que na maioria das vezes, anula essa nova proposta educacional. Tendo em vista essas mudanças, que vêm sendo discutidas há algum tempo, em âmbito internacional, em fazer uma educação preocupada com as necessidades dos alunos, temos que discutir a inserção das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s) como forma de facilitar o processo de ensino-aprendizagem e inserção do presente jovem na sociedade tecnológica.
O interesse por esta temática se dá, fundamentalmente, devido às várias dificuldades que impedem o educador progressista de atuar de forma eficiente. Acreditamos, porém, ser essa deficiência decorrente da falta de embasamento teórico necessário a cada profissional, levando-o a descobrir formas de conhecer e atuar no seu campo de trabalho, que é amplo e complexo, como também, as várias mudanças decorrentes das diferentes tendências pedagógicas que são implantadas dentro das escolas públicas, tornando, muitas vezes, impossível diagnosticar os problemas dos discentes.
Portanto, devemos repensar as políticas educacionais, de forma que assumam responsabilidades coerentes ao momento de mudanças, em que todos devam participar.
O interesse por esta temática se dá, fundamentalmente, devido às várias dificuldades que impedem o educador progressista de atuar de forma eficiente. Acreditamos, porém, ser essa deficiência decorrente da falta de embasamento teórico necessário a cada profissional, levando-o a descobrir formas de conhecer e atuar no seu campo de trabalho, que é amplo e complexo, como também, as várias mudanças decorrentes das diferentes tendências pedagógicas que são implantadas dentro das escolas públicas, tornando, muitas vezes, impossível diagnosticar os problemas dos discentes.
Portanto, devemos repensar as políticas educacionais, de forma que assumam responsabilidades coerentes ao momento de mudanças, em que todos devam participar.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
MODOS VERBAIS
MODOS VERBAIS
Modos são as diferentes formas que toma o verbo para indicar a atitude do falante em relação ao fato. Há três modos: indicativo, subjuntivo e imperativo.
a) Indicativo: apresenta o fato de uma maneira real, certa, positiva - eu estudo agora.
b) Subjuntivo: pode exprimir um desejo e apresenta o fato como possível ou duvidoso - queria que me levasses ao teatro.
c) Imperativo: exprime ordem, conselho ou súplica - limpa a cozinha, Maria. Além dos três modos citados, há as formas nominais ou verboides, assim chamadas por que têm também a natureza de nomes. Não fazem parte de um modo em si e são três, a saber:
1. Infinitivo: lembra um substantivo ou verbo com sentido indefinido. Subdivide-se em impessoal e pessoal. a) Impessoal - não flexionado. Ex.: viver é bom. b) Pessoal - flexionado. Ex.: é útil pesquisarmos.
2. Gerúndio: funciona como um advérbio ou adjetivo. Ex.: água fervendo.
3. Particípio: funciona na formação de tempo compostos e como adjetivo.
Ex.: tinham aplaudido o cantor.
Vozes do verbo
Vozes são a forma em que se apresenta o verbo para indicar a relação que há entre ele e seu sujeito. Há três tipos de vozes: ativa, passiva e reflexiva.
1. Ativa: a voz é ativa quando o sujeito é agente, isto é, produz a ação - o lobo ataca.
2. Passiva: a voz é passiva quando o sujeito é paciente, isto é, recebe a ação. Ela se apresenta de duas formas:
a) Com verbo auxiliar + particípio - a dívida foi paga por Paulo.
a) Com verbo auxiliar + particípio - a dívida foi paga por Paulo.
b) Com o pronome apassivador 'se' - alugam-se apartamentos.
3. Reflexiva: a voz é reflexiva quando o sujeito é, ao mesmo tempo, agente e paciente, isto é, produz e recebe a ação verbal.
Aspecto
Aspecto é a maneira de ser da ação. Se dissermos, por exemplo, 'eu passeio' e 'eu estou passeando', há diferença entre ambas quanto à duração.
a) O pretérito perfeito composto, embora indique um fato concluído, revela, de certa forma, a ideia de continuidade. Ex.: eu tenho estudado.
a) O pretérito perfeito composto, embora indique um fato concluído, revela, de certa forma, a ideia de continuidade. Ex.: eu tenho estudado.
b) Os verbos incoativos (terminados em 'ecer' ou 'escer', por exemplo), indicam uma continuidade gradual. Ex.: embranquecer é começar a ficar grisalho e envelhecer é ir
ficando velho.
ficando velho.
c) O presente do indicativo pode: . Indicar a frequência. Ex.: o sol nasce para todos.
. Ser empregado no lugar do futuro. Ex.: amanhã vou ao teatro; se continuam as indiretas, perco a paciência. . Ser empregado no lugar do pretérito (presente histórico). Ex.: é 1939: alemães invadem território polonês.
. Ser empregado no lugar do futuro. Ex.: amanhã vou ao teatro; se continuam as indiretas, perco a paciência. . Ser empregado no lugar do pretérito (presente histórico). Ex.: é 1939: alemães invadem território polonês.
d) O pretérito imperfeito do indicativo pode: . Substituir o futuro do pretérito. Ex.: se eu soubesse, não dizia aquilo (diria). . Expressar cortesia ou timidez. Ex.: o senhor podia fazer o favor de me emprestar uma caneta? (pode). e) O futuro do presente pode: . Indicar uma probabilidade. Ex.: ele terá, no máximo, uns setenta quilos. . Substituir o imperativo. Ex.: não matarás (não mates).
Função
Quanto à função, o verbo pode ser principal ou auxiliar. Principal é o verbo que, numa frase, conserva sua significação plena. Auxiliar é aquele que, combinando com formas nominais de um verbo principal, forma com esse uma locução verbal. Dessa forma, o verbo auxiliar perde o ser significado próprio. O verbo principal aparece numa forma nominal (particípio, infinitivo impessoal ou gerúndio), e o auxiliar é flexionado de acordo com as características do verbo principal.
Tempos simples e compostos
Os tempos são simples quando formados apenas pelo verbo principal. São os seguintes: No indicativo - presente, pretérito perfeito, pretérito imperfeito, pretérito mais que perfeito, futuro do presente, futuro do pretérito. No subjuntivo - presente, pretérito imperfeito, futuro. No imperativo – afirmativo, negativo. Nas formas nominais - infinitivo pessoal e impessoal, gerúndio, particípio. Os tempos são compostos quando formados pelos auxiliares TER ou HAVER mais os verbos principais. São os seguintes: No indicativo - pretérito perfeito composto, pretérito mais que perfeito composto, futuro do pretérito composto. No subjuntivo - pretérito perfeito composto, pretérito mais que perfeito composto, futuro composto. No infinitivo - pretérito impessoal composto, pretérito pessoal composto, gerúndio pretérito composto.
Número
Quanto ao número de pessoas em que os verbos são empregados, eles classificam-se em:
a) Unipessoais empregam-se só na terceira pessoa, e são: Os verbos que se regeram a vozes de animais.
Exemplo: O sapo coaxa na água parada. Os verbos que indicam necessidade, conveniência, sensação, costume Os verbos concernir, acontecer, grassar, assentar, constar, conforme os exemplos.
b) Impessoais são os verbos que não possuem sujeito e, por isso, são conjugados só na terceira pessoa do singular. Os verbos impessoais são os seguintes: Exprimem fenômenos da natureza, como: alvorecer, amanhecer, anoitecer, chover, orvalhar, nevar, relampejar, trovejar, ventar, etc. Estar, quando indica situação de tempo. Ser, quando indica tempo. Certos verbos que indicam necessidade, conveniência ou sensação, quando regidos de preposição, em frases do tipo: Basta de provocações!
c) Pessoais são aqueles verbos conjugados nas diversas pessoas.
Exemplos: Eu me comunico. Tu danças. Ele viaja.
Formas rizotônicas e arrizotônicas
A forma é rizotônica quando a vogal da sílaba tônica recai no radical.
Exemplos: Canto - dormes - comes.
A forma é arrizotônica quando a vogal da sílaba tônica recai fora do radical.
Exemplos: Cantamos - comeste - dormirão.
Flexão
Quanto a flexão, os verbos podem ser: regulares, irregulares, anômalos, defectivos e abundantes.
a) Regulares são os verbos que se conjugam de acordo com o paradigma de cada conjugação. Assim, se tomarmos, como exemplo, os verbos cantar, vender e partir, todos os que se conjugarem de acordo com esses verbos serão regulares.
b) Irregulares são os verbos que se afastam do modelo de sua conjugação, como: ansiar, dar, incendiar, valer, caber, trazer, pedir, vestir, ouvir, etc.
c) Anômalos são os verbos que, por apresentarem profundas irregularidades, foram assim classificados pela Nomenclatura Gramatical Brasileira, sendo eles: estar, haver, ir, pôr, ser, ter e vir. A anomalia desses verbos é demonstrada inclusive pela total mudança da raiz, como nos casos dos verbos ir e ser.
d) Defectivos alguns verbos não são conjugados em todas as pessoas, tempos ou modos e, por apresentarem tais deficiências, são denominados defectivos.
e) Abundantes são os verbos que possuem dois particípios, um regular e outro irregular.
Exemplos: aceitar, acender, completar, benzer, expulsar, exprimir, etc.
Geralmente se usa, com o particípio regular, os verbos ter e haver e, com o particípio irregular, os verbos ser e estar.
Exemplos: Maria tinha enxugado a louça. A travessa de prata já está enxuta. O diretor havia expulsado o funcionário. O aluno foi expulso
Concordância verbal é a concordância em número e pessoa do verbo (termo subordinado) com sujeito (termo subordinante) da oração. A concordância permite que não se repita o sujeito dentro de um mesmo período ou em períodos seguintes, pois ele fica claramente definido pela flexão verbal.
Ex.: Eu peguei o guarda-chuva, pois pensei que fosse chover.
· Com um só sujeito: o verbo concorda em número e pessoa com o sujeito, venha ele claro e subentendido.
Ex: Vieste de um país que não conheço.
· Com mais de um sujeito: o verbo que tem mais de um sujeito vai para o plural e, quanto à pessoa, irá:
a) Para a 1.ª pessoa do plural, se entre os a sujeitos figurar um da 1.ª pessoa;
b) Para a 2.ª pessoa do plural, se, não existindo sujeito da 1.ª pessoa, houver um da 2.ª.
c) Para a 3.ª pessoa do plural, se os sujeitos forem da 3.ª pessoa.
Regência verbal é a ligação do verbo com os seus complementos.
a) Diretamente, sem uma preposição intermédia, quando o complemento é o objeto direto;
b) Indiretamente, mediante o emprego de uma preposição, quando o complemento é o objeto indireto.
a) Para a 1.ª pessoa do plural, se entre os a sujeitos figurar um da 1.ª pessoa;
b) Para a 2.ª pessoa do plural, se, não existindo sujeito da 1.ª pessoa, houver um da 2.ª.
c) Para a 3.ª pessoa do plural, se os sujeitos forem da 3.ª pessoa.
Regência verbal é a ligação do verbo com os seus complementos.
a) Diretamente, sem uma preposição intermédia, quando o complemento é o objeto direto;
b) Indiretamente, mediante o emprego de uma preposição, quando o complemento é o objeto indireto.
Transitividade Verbal:
É a presença ou ausência de complementos que necessitam os verbos nocionais e verbos não-nocionais.
A transitividade sustenta-se no conteúdo léxico do verbo, podendo formar predicado simples (cujo núcleo apresenta significado lexical referente a realidades bem concretas; a tradição gramatical chama intransitivos a tais verbos) ou predicados complexos (cujo núcleo constrói-se por verbo de grande extensão semântica, necessitando, portanto, de delimitadores - os argumentos ou complementos verbais - são os verbos transitivos). Reforça que a distinção entre transitivo e intransitivo não é absoluta, pertencendo mais ao léxico do que à gramática, e refere-se aos verbos de ligação como aqueles que aparecem matizados semanticamente pelo signo léxico que funciona como predicativo. Porém a distinção não é válida no que se refere à sintaxe, uma vez que o núcleo da oração é sempre o verbo, mesmo que se trate de verbo de significado léxico muito amplo e vago, não sendo relevante a classificação do predicado para o entorno oracional.
Segue a argumentação teórica que aborda a transitividade sob aspecto semântico, tratando-a como necessidade ou não de complementação significativa. Assim, os verbos podem ser nocionais (empregam-se com função predicativa) ou relacionais (vêm combinados com adjetivo para constituir o predicado ou com forma finita de verbo nocional). Os primeiros podem ser transitivos ou intransitivos.
A transitividade sustenta-se no conteúdo léxico do verbo, podendo formar predicado simples (cujo núcleo apresenta significado lexical referente a realidades bem concretas; a tradição gramatical chama intransitivos a tais verbos) ou predicados complexos (cujo núcleo constrói-se por verbo de grande extensão semântica, necessitando, portanto, de delimitadores - os argumentos ou complementos verbais - são os verbos transitivos). Reforça que a distinção entre transitivo e intransitivo não é absoluta, pertencendo mais ao léxico do que à gramática, e refere-se aos verbos de ligação como aqueles que aparecem matizados semanticamente pelo signo léxico que funciona como predicativo. Porém a distinção não é válida no que se refere à sintaxe, uma vez que o núcleo da oração é sempre o verbo, mesmo que se trate de verbo de significado léxico muito amplo e vago, não sendo relevante a classificação do predicado para o entorno oracional.
Segue a argumentação teórica que aborda a transitividade sob aspecto semântico, tratando-a como necessidade ou não de complementação significativa. Assim, os verbos podem ser nocionais (empregam-se com função predicativa) ou relacionais (vêm combinados com adjetivo para constituir o predicado ou com forma finita de verbo nocional). Os primeiros podem ser transitivos ou intransitivos.
* Verbos Nocionais – Aqueles verbos que exprimem processos, indicam ação,
acontecimento, fenômeno natural, desejo, atividade mental.
acontecimento, fenômeno natural, desejo, atividade mental.
Ex.: Lutar, desejar, fazer, pretender, ocorrer, pensar, suceder, raciocinar ,nascer, considerar, trovejar, julga, querer.
* Verbos não-Nocionais – Aqueles que exprimem estado; são mais conhecidos comoverbos de ligação. Estes verbos fazem do predicado, mas não atuam como núcleo.
Ex.: ser, estar, andar, virar, permanecer, ficar, achar-se, passar, continuar, acabar,
tornar-se, persistir.
tornar-se, persistir.
É possível distinguir, perceber se um verbo é nocional ou não quando se considera o
contexto em que é empregado.
Dessa relação de presença ou ausência de complementos dá-se a seguinte classificação:
contexto em que é empregado.
Dessa relação de presença ou ausência de complementos dá-se a seguinte classificação:
Intransitivo: um verbo que não é acompanhado de complemento. Ou “expressam uma idéia completa”.
Como Ex.: Criança sofre – não há complemento, pois o processo começa e termina no próprio sujeito.
Daí se afirmar que não há transitividade, necessidade da passagem do sujeito para um
elemento que funcione como alvo ou objeto.
elemento que funcione como alvo ou objeto.
Transitivo: ocorre quando um verbo é acompanhado de complemento.
Ex.: Os ombros suportam o mundo. – Note-se que o ato de suportar tem um
alvo, um objeto. Este processo de necessitar de um complemento é o processo de transitividade, ou seja, transita, passa.
alvo, um objeto. Este processo de necessitar de um complemento é o processo de transitividade, ou seja, transita, passa.
Transitivo direto: quando o complemento do verbo não é introduzido por
preposição obrigatória, é denominado transitivo direto.
Ex.: Levaram os livros.
Verbo transitivo direto: levar algo.
A melhor maneira de identificarmos o VTD será passando-o para a voz passiva analítica (VL + PART.). Se esse procedimento for possível, estaremos diante de um VTD. (Há poucos verbos que, embora de predicações diferentes, aceitam voz passiva. Podemos mencionar: (perdoar, pagar, responder, obedecer, desobedecer, aludir).
Verbo transitivo direto: levar algo.
A melhor maneira de identificarmos o VTD será passando-o para a voz passiva analítica (VL + PART.). Se esse procedimento for possível, estaremos diante de um VTD. (Há poucos verbos que, embora de predicações diferentes, aceitam voz passiva. Podemos mencionar: (perdoar, pagar, responder, obedecer, desobedecer, aludir).
Ex.: Amo a Deus.
Embora seja preposicionado (“a Deus”), trata-se de objeto direto, já que o verbo é transitivo direto. Para esta última constatação, basta que façamos a conversão para a voz passiva: Deus é amado por mim.
Com isso, constata-se que se trata de VTD.
Com isso, constata-se que se trata de VTD.
Transitivo indireto: quando o complemento do verbo é introduzido por preposição obrigatória, é denominado transitivo indireto. Pode-se utilizar a seguinte oração.
Ex.: Duvida –se de verdades indiscutíveis. – duvidar de algo.
Verbo prep.
Verbo prep.
Transitivo direto e indireto: Há verbos acompanhados dos dois
complementos. Um deles introduzido por preposição obrigatória e outro, não.
complementos. Um deles introduzido por preposição obrigatória e outro, não.
Ex.: Enviei o convite a todos. – enviar algo a alguém.
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